O Cárcere e a Rua
Em um evento realizado ontem, 30 de agosto, no Cineteatro da UVV, foi exibido um documentário por meio do projeto Cine BR.
O "Cárecere e a Rua" é um documentário que mostra a vida de mulheres em um presidío de Porto Alegre, RS. Mulheres que tem sonhos, medos e desejos como qualquer outra mulher, e que em breve poderão sair em regime semi-aberto e conviver novamente com o mundo lá fora.
Betânia foi presa por praticar assaltos e pequenos furtos. Sua pena é de 15 anos e já cumpriu 7 em regime fechado e agora conseguiu sair em regime semi-aberto e ficar no albergue feminino. Porém Betânia sente vontade de deixar de lado as regras de viver no albergue e acaba fugindo para a casa de seus parentes e se arriscando a viver um novo amor.
Daniela Caldeira Cabral é uma jovem grávida, de 19 anos, acusada do assassinato de seu próprio filho. Ela mesma nega o acontecido e,muitas vezes, dizia para si mesma: "eu sei que eu não matei ele". No decorrer do longa-metragem, descobre-se que Daniela é esquizofrênica e acaba em um manicômio judiciário. Quando chegou ao presídio, não poderia dividir a cela com outras presas, pois as mesmas acabariam por matar Daniela. Diz-se que as presas não toleram este tipo de assassinato.A personagem é sensível e desamparada, mas ao decorrer do filme,outras Danielas aparecem: a conquistadora, a independente. A Daniela sensível e desamparada encontra em Cláudia uma mãe. Cláudia Maria Rullian é a voz da experiência de vida; uma mulhervivida dentro da cadeia; uma mulher acusada de latrocínio e presa há16 anos. Claudia era uma mulher que aprendeu a sobreviver e se relacionar comas outras pessoas dentro do presídio. Apesar de ser uma mulher respeitada pelas outras presidiárias, tinha seus medos e anseios. Não gostava do sol porque ardia seu olho devido a estar muito tempo na prisão. Sentia-se deslocada e com medo quando estava em lugares onde haviam muitas pessoas. Seu maior sonho era reencontrar seu filho mais velho, que tinha oito anos quando ela foi presa. Todas essas mulheres eram pessoas comuns, como nós, que não nos imaginamos encarcerados, nunca imaginamos cometer um crime.
O "Cárecere e a Rua" é um documentário que mostra a vida de mulheres em um presidío de Porto Alegre, RS. Mulheres que tem sonhos, medos e desejos como qualquer outra mulher, e que em breve poderão sair em regime semi-aberto e conviver novamente com o mundo lá fora.
Betânia foi presa por praticar assaltos e pequenos furtos. Sua pena é de 15 anos e já cumpriu 7 em regime fechado e agora conseguiu sair em regime semi-aberto e ficar no albergue feminino. Porém Betânia sente vontade de deixar de lado as regras de viver no albergue e acaba fugindo para a casa de seus parentes e se arriscando a viver um novo amor.
Daniela Caldeira Cabral é uma jovem grávida, de 19 anos, acusada do assassinato de seu próprio filho. Ela mesma nega o acontecido e,muitas vezes, dizia para si mesma: "eu sei que eu não matei ele". No decorrer do longa-metragem, descobre-se que Daniela é esquizofrênica e acaba em um manicômio judiciário. Quando chegou ao presídio, não poderia dividir a cela com outras presas, pois as mesmas acabariam por matar Daniela. Diz-se que as presas não toleram este tipo de assassinato.A personagem é sensível e desamparada, mas ao decorrer do filme,outras Danielas aparecem: a conquistadora, a independente. A Daniela sensível e desamparada encontra em Cláudia uma mãe. Cláudia Maria Rullian é a voz da experiência de vida; uma mulhervivida dentro da cadeia; uma mulher acusada de latrocínio e presa há16 anos. Claudia era uma mulher que aprendeu a sobreviver e se relacionar comas outras pessoas dentro do presídio. Apesar de ser uma mulher respeitada pelas outras presidiárias, tinha seus medos e anseios. Não gostava do sol porque ardia seu olho devido a estar muito tempo na prisão. Sentia-se deslocada e com medo quando estava em lugares onde haviam muitas pessoas. Seu maior sonho era reencontrar seu filho mais velho, que tinha oito anos quando ela foi presa. Todas essas mulheres eram pessoas comuns, como nós, que não nos imaginamos encarcerados, nunca imaginamos cometer um crime.
Mas pense, será que elas se imaginariam criminosas?

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