LEIS
POis é, leis! Nossa liberdade acaba quando entra em conflito com a liberdade do outro. Besteira, nossa liberdade acaba quando bate de frente com as leis. Mas são necessárias para manter a "ordem" na nossa comunidade social. É!
E por que falo de leis? Nosso querido professor Valmir Matiazzi que o diga!
Estamos estudando legislação neste período. Por força do destino - e da nossa "competente" coordenadora de comunicação- eu faço esta matéria com o pessoal do sexto período. Uma matéria que me lembra uma palavra: Utopia. Aliás, a maioria dos processos legislativos no nosso imenso pais me lembram esta palavra. Mas já estamos fugindo do assunto. Isso é uma outra conversa.
As atividades realizadas são chatas, apesar da incrível habilidade do professor de manter a turma mais agitada que ja vi, quietinha! Todo dia ele dita, dita e dita as leis e artigos. E a maioria copia, copia e copia. Não há uma reflexão a respeito das leis. É como aquela velha resposta burra: porque? Porque sim!
E como saímos formados? Com as leis mal entendidas, pregadas na porta da redação, nos lembrando que o questionamento muitas vezes passa despercebido, sem valor, até mesmo para os curiosos jornalistas.
By Guga e Leli
E por que falo de leis? Nosso querido professor Valmir Matiazzi que o diga!
Estamos estudando legislação neste período. Por força do destino - e da nossa "competente" coordenadora de comunicação- eu faço esta matéria com o pessoal do sexto período. Uma matéria que me lembra uma palavra: Utopia. Aliás, a maioria dos processos legislativos no nosso imenso pais me lembram esta palavra. Mas já estamos fugindo do assunto. Isso é uma outra conversa.
As atividades realizadas são chatas, apesar da incrível habilidade do professor de manter a turma mais agitada que ja vi, quietinha! Todo dia ele dita, dita e dita as leis e artigos. E a maioria copia, copia e copia. Não há uma reflexão a respeito das leis. É como aquela velha resposta burra: porque? Porque sim!
E como saímos formados? Com as leis mal entendidas, pregadas na porta da redação, nos lembrando que o questionamento muitas vezes passa despercebido, sem valor, até mesmo para os curiosos jornalistas.
By Guga e Leli

3 Comentários:
Olá Galeraa...
PARABÉNS PELO BLOG!!
As matérias estão sensacionais!
beijãoo especial pro GUGA (rsrsrs) e pra toda a galera do grupo..
Fabiano Rossi
Briguei um dia desses na sala de aula e quase fui apedrejada. rs
Eu quero entender as leis, e não apenas copiar. Mas não é o que percebo na maioria da turma.
Grande parte só copia e não percebe o que esta escrevendo. Em vez de copiar a explicão! Pois essa não vem junto com a constituição. Pq então não tira uma xerox? rs
As leis sevem para nos orientar, nos defender, defender nossos direitos e ao mesmo tempo refletir sobre eles. Refletir sobre nossa moral e ética e lembrar que o nosso direito tbm é o direito do outro. A analise deve ser feita: essas leis estao sendo seguidas? Todos desfrutam delas do mesmo jeito?
FILOSOFANDO UM POUCO...
Lei é uma palavra portuguesa proveniente do latim lex, que é usada no sentido de “norma de direito tornada obrigatória pela força coercitiva do Estado”. A origem das leis, de acordo com compreensões predominantes na Antiguidade e na Idade Média, podem ser duas: divina (caráter eterno) ou natural (intrínsecas à natureza humana).
Com o advento da modernidade, predomina no Ocidente uma outra compreensão: as leis passam a ser contratos de caráter convencional, prescritivo e normativo que regulam as relações sociais.
Habitamos um país que, oficialmente, é uma República Democrática de Direito, onde as leis apresentariam essa concepção ocidental moderna. A idéia de República, proveniente do latim "res publica", é usada no sentido de coisa que pertence a todos, isto é, o bem comum. Por sua vez, democracia é uma palavra de origem grega que apresenta o sentido de ‘poder do povo’.
Uma autêntica República Democrática de Direito tem as leis como direitos e deveres escritos e promulgados, de conhecimento público e aplicação geral, impostas à obediência geral de todos os cidadãos, sem exceção. Assim, nos Estados de Direito a relação entre as pessoas e entre estas e o Estado se baseia na lei
(ao menos na teoria).
Entretanto, como vocês sabem, vivemos em um país em que as leis, de modo geral, não são cumpridas. São apenas leis "pra inglês ver".
Constantemente os meios de comunicação anunciam e denunciam autoridades estabelecidas - como juízes, desembargadores, policiais e políticos – que empregaram do jeitinho brasileiro, abusando do público em benefício particular. Mas também as pessoas comuns, de nosso convívio (muitas vezes nós mesmos), aparentemente honestas e pacatas, quando têm oportunidade, empregam o tão querido jeitinho brasileiro, que se manifesta constantemente em atos aparentemente banais como: “furar fila”, que para o agente é um atalho, para as vítimas uma muralha; uso de “gatos” para furtar energia pública; uso de ‘água da rua’ (na verdade um furto da água pública); macetes para usar telefones públicos (‘orelhões’) gratuitamente.. enfim, o brasileiro faz da burla da lei uma práxis coletiva.
Valeu!
Abraços
Vitor Cei
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